“E se eu te contar que passei a noite inteira em claro chorando? Relembrando das palavras horríveis que você me disse? Relembrando do momento em que implorei por desculpas e você simplesmente ignorou? Eu chorei como eu nunca havia chorado em toda minha vida. Agora, nesse momento, foi que eu percebi que você foi a coisa mais linda que já aconteceu em minha vida, e que se um dia você me deixasse, eu sentiria a maior dor do mundo. Na verdade, eu não aguentaria a dor da perda, e não sei nem o que faria de mim, acho que pensaria um pouco em minha família, que também não aguentaria a dor de minha ausência (ou aguentariam). Mas por favor, me diga se eu falasse tudo isso pra você, mudaria alguma coisa?
“Sabe o que você merece? Uma vadia, sério. Daquelas que trate bem mal, que te faça de gato e sapato, que pegue 8 de uma vez na tua frente, e que seja bem, mas bem cretina. E sabe o que você vai fazer? Continuar correndo atrás dela. Porque além de demente, você é otário, é.

Respiro mentiras. Visto desculpas. Ajo disfarces. Porque a gente estava sim se amando mas você correu pra levantar antes a bandeira do “se fudeu trouxa, o amor não existe”.

“De uma coisa você pode ter certeza, quando todos te abandonarem e você mais precisar… eu vou estar aqui. Posso não ser a amiga mais perfeita, e nem a mais legal… Mas só quero que você saiba que pra tudo, qualquer coisa, você sabe que pode contar comigo… Nós somos mais que amigas, somos irmãs, apenas de pais diferentes…!”
“Eu queria deitar no seu colo. Eu queria te abraçar. Eu queria estar com você.
“Medo: todos tem, poucos superam!
“Quando chega ao fim mais um feriado, gostaria de listar todas as coisas pelas quais sou grata. Sou grata porque não importa o quanto as coisas fiquem complicadas, amizades antigas podem ser “reanimadas”. Sou grata pelos novos relacionamentos que nos ajudam a perceber o quanto nos distanciamos de quem éramos. E o quão próximos ficamos quando podemos ser nós mesmos. Sou grata por saber que não importa o que digam, você pode voltar pra casa, sendo a sua ou não. Pelo que sou mais grata? Como, em um dos dias mais solidários, as pessoas ainda fazem coisas imperdoáveis”